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quinta-feira, maio 12, 2016

A tradução da Bíblia e o DNA transcultural da igreja cristã

    
      1. O DNA que Deus criou para a igreja é o alcance transcultural. Qualquer corpo de cristãos que ignora isto aflige ao Espírito Santo, e abre a porta para a mortandade espiritual e finalmente o declínio para outro sistema de crença ou de descrença. O comprometimento em obedecer a Grande Comissão não é um opcional a mais, mas é fundamental para a saúde e o crescimento da igreja cristã.

2. A tradução e aculturação das Escrituras em toda língua onde há uma resposta ao evangelho é um requisito prévio fundamental para a permanência do cristianismo através de muitas gerações. Note o diagrama em anexo que mostra como o desenvolvimento progressivo dos comandos da Grande Comissão trabalha em conjunto com a aculturação e o uso das Escrituras. Em tempos modernos isto requer que se dê prioridade à tradução da Bíblia e aos programas de alfabetização para todas as culturas que não têm as Escrituras em sua língua do coração.

3. O uso de línguas e Escrituras litúrgicas através de muitas culturas e por múltiplos séculos, tais como o latim, grego, siríaco e eslavo, provê a continuidade de cultos cerimoniais impressionantes na igreja, mas prejudica a transmissão das verdades que contêm, e acelera a nominalização e até a eliminação do cristianismo onde não se entende esta língua.                                                                                          
Nestes tempos modernos o inglês se tornou um dos idiomas mais desejados para a comunicação, a educação e a Internet, mas isto traz seus perigos: um imperialismo e insensibilidade cultural, uma crença de que aprender outra língua não é necessário, uma expectativa de que os nativos aprendam ou entendam inglês, e uma esperança de que as equipes iniciadoras de igrejas possam, em breves visitas e utilizando o inglês, evitar a necessidade de enviar missionários com ministério de longa duração.

4. Uma cultura cristã dominante raramente tem a paixão para adaptar seu estilo de adoração e cultura ao dos povos minoritários, ou aos que consideram inferiores. Por isso os que não são da Rússia podem evangelizar mais facilmente às minorias étnicas russas, os missionários não- ocidentais aos emigrantes na Europa moderna, e os asiáticos aos muçulmanos no Oriente Médio, do que os missionários ocidentais.

5. A importância de que um povo exiba orgulhosamente sua própria versão da Bíblia não pode ser subestimada para a preservação e o avanço de sua cultura. Isto foi verdade para os armênios, godos, georgianos e etíopes, que por muito tempo foram cristãos. É igualmente verdade para os curdos no Oriente Médio, os kabyles da Argélia, os konkomba de Gana e os quéchuas do Peru e do Equador. O século XXI possivelmente verá a extinção de 2000 idiomas.                                                                                                 
O preventivo mais efetivo para isto é a tradução e o uso das Escrituras. Isto dá mais peso à visão 2025 da Wycliffe Bible Translators e demais agências bíblicas, de iniciar o trabalho de tradução em todas as línguas que atualmente não têm a Bíblia, e cujos falantes a desejam. Estas provavelmente incluem entre 1500 e 2000 línguas. As áreas do mundo que consistem os maiores desafios, com muitos destes idiomas, são o Sahel da África, a Índia, as minorias da China, e parte da Indonésia.

6. Os missionários são freqüentemente acusados de “destruir culturas”. O século XX demonstrou que na verdade foram os missionários que preservaram e enobreceram as culturas onde se traduziram as Escrituras. Foram a insensibilidade, a cobiça, e a degradação ecológica de soldados, comerciantes, madeireiros e cartéis de drogas que causaram os danos. Sem a tradução da Bíblia muitos idiomas e culturas desaparecerão. Muitas culturas onde o evangelho foi pregado mas não têm as Escrituras serão anêmicas e sem um núcleo cristão forte integrado em suas vidas corporativas.

Ao encarar os desafios do ministério do século XXI, a tradução da Bíblia e a assimilação de suas verdades salvadoras e santificadoras em todas as culturas do mundo e o equipamento das igrejas locais para proclamar e praticar estas verdades devem ser nossa primeira prioridade ministerial. No passo que temos ido na iniciação de equipes em línguas que não têm a Bíblia, a tarefa ainda não terá terminado até o fim do século XXI.  Levantemo-nos e terminemos a tarefa!

Fonte: http://www.wycliffe.net/
A tradução da Bíblia e o DNA transcultural da igreja cristã Reviewed by Pr. Antonio Romero Filho on quinta-feira, maio 12, 2016 Rating: 5            1. O DNA que Deus criou para a igreja é o alcance transcultural . Qualquer corpo de cristãos que ignora isto aflige ao Espí...

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